Crónica – Perfil dos Alunos para o Século XXI

Crónica – Perfil dos Alunos para o Século XXI

On Fevereiro 16, 2017, Posted by , In Crónica,MEC, With 3 Comments
Ensaios do i de brincar.
Por Inês Peceguina.

Este é o meu contributo para a discussão sobre a definição de um perfil de competências que se espera que os alunos adquiram uma vez superados 12 anos de escolaridade obrigatória. Ou até a pessoa ter 18 anos. Porque a partir dessa idade, com o 12º ano completo ou não, já não conta. Expira a validade. Au revoir…

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3 Comments so far:

  1. Sandra Patrícia Ferreira diz:

    A educação que não é ensino e o ensino que não é educação…
    O perfil traçado por entidades externa para um cidadão promissor para um pais promissor. Um país que é este, e que currículos, competência e metas, como uma “assemblage” de experiências externas (por vezes caducadas) e, que infelizmente negligenciam os estudos, validação de estudos e soluções apontadas por investigadores, pedagogos e sociólogos nacionais e não só que conhecem as ferramentas da mudança… Mas como são raros os modelos, ninguém arrisca a mudança de um todo. Porque da teoria à prática há um iato…

    A educação, o ensino, a escolaridade e a obrigatoriedade.

    O problema dos números,
    A heterogeneidade.
    A autonomia.

    Prefiro não acreditar nesse perfil para o século XXI, ou fazer de conta que não existe e criar uma outra realidade no domínio mental – as coisas vão mudando….

    Independentemente da estrutura e dos alicerces, a matéria prima é o segredo do edificado, do conjunto.

    Educar para a autonomia não é tarefa fácil. A autonomia não se ensina através de um manual. A autonomia é um exercício de autorregulação do próprio indivíduo que aprende ( a sê-lo) em função dos contextos que experiência no seu próprio crescimento.

    Não educam para a autonomia porque – no geral, atenção – não são ensinados a ser autodidatas.

    Não sei se o problemas é mesmo da estrutura, da Pedagogia ou da didática no ensino.

    São 12 anos de escolaridade obrigatória, no mínimo até aos 18 anos. quando a segunda metade é a mais delicada.

  2. Sandra Patrícia Ferreira diz:

    (errata por favor )
    Um país que é este, e que currículos, competência e metas, são preparados como uma “assemblage” de experiências externas (por vezes caducadas) e…

  3. Inês Peceguina diz:

    Mais uma vez Sandra, obrigada pelos seus comentários e reflexões. São muito importantes.

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